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ABC Transformadores

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Média tensão

Cabine primária ou subestação: as diferenças na prática e o que cada uma exige

3 min de leituraPor ABC Transformadores

Alvenaria, blindada, ao tempo, aérea: os formatos de subestação de entrada em média tensão, com prós e contras de custo, espaço, segurança e manutenção.

Subestação compacta blindada de média tensão em invólucro metálico ao lado de uma cabine de alvenaria, em pátio industrial.

Na norma, cabine primária é o nome da subestação de entrada de energia em média tensão. No dia a dia, as pessoas usam "cabine" para a construção em alvenaria com cubículos e "subestação" para tudo o que é maior ou fica ao tempo. Mais útil que a nomenclatura é entender os formatos possíveis e o que cada um pede.

Os formatos

  • Aérea (em poste). O transformador e a proteção ficam em uma estrutura de postes dentro do terreno. É a solução mais barata para potências pequenas, tipicamente até 300 kVA, em área com espaço e sem restrição de segurança. Exposta ao tempo, exige transformador a óleo para uso externo.
  • Ao tempo, em base. Transformador a óleo sobre base de concreto, cercado, com a proteção em cubículo ou em estrutura própria. Boa para potências médias e grandes onde há espaço aberto.
  • Abrigada em alvenaria. A cabine clássica: uma sala com os cubículos de entrada, medição e proteção, e o transformador dentro ou em compartimento anexo. Permite transformador a seco ou a óleo (este com as exigências de contenção e ventilação da NBR 14039). É o formato mais comum em indústrias e prédios.
  • Compacta blindada. Cubículos metálicos pré-montados, muitas vezes com o transformador integrado, instalados em área pequena, interna ou externa. Ocupa menos espaço, sai de fábrica testada, e custa mais por kVA que a alvenaria.
  • Subterrânea. Em centros urbanos densos, quando não há espaço. É a mais cara e a mais exigente em ventilação e drenagem.

O que pesa na escolha

  • Potência. Pequena: aérea. Média e grande: abrigada ou ao tempo.
  • Espaço. Sem terreno livre: abrigada ou compacta. Com pátio: ao tempo.
  • Segurança e público. Onde circulam pessoas, a subestação abrigada com transformador a seco é a que menos exige; veja transformador a seco ou a óleo.
  • Concessionária. Cada distribuidora tem seu padrão de entrada, com desenhos aprovados de cada formato. O projeto precisa seguir o padrão local.
  • Manutenção. Instalação ao tempo e transformador a óleo pedem mais manutenção; abrigada com a seco, menos; veja manutenção de transformador de média tensão.
  • Crescimento. Uma cabine em alvenaria com espaço reserva aceita um segundo transformador no futuro; uma aérea, não.

O transformador em cada formato

O transformador é o mesmo equipamento em todos os formatos; o que muda é a versão: a óleo para uso externo nas aéreas e ao tempo, a óleo ou a seco nas abrigadas, e frequentemente a seco nas compactas internas. Pedestal é um caso à parte, com o transformador dentro de um invólucro próprio para uso ao tempo em áreas urbanas; veja transformador pedestal.

Perguntas frequentes

Qual formato é mais barato?

A aérea, para potências pequenas. A partir de algumas centenas de kVA, a abrigada em alvenaria costuma ser a de melhor custo total, considerando manutenção e expansão.

Posso trocar de formato depois?

É possível, mas caro: envolve projeto novo e aprovação na concessionária. Escolha pensando em dez anos.

A ABC faz a cabine inteira?

A ABC fabrica o transformador, dimensionado e especificado para o formato da sua cabine, e orienta a especificação. O projeto elétrico, a obra civil e a aprovação são do engenheiro responsável pela instalação; trabalhamos junto com ele.

Média tensão sob medida

Precisa de um transformador de média tensão para a sua empresa?

A ABC dimensiona e fornece transformadores de 30 a 2.000 kVA em 13,8 e 34,5 kV, a óleo ou a seco. Mande o que você tem (conta de luz, projeto ou a potência instalada) e a gente responde com o modelo.

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